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Colaboradores

Amanda Devulsky

Ana Laura Malmaceda

É escritora e doutoranda em literatura brasileira e francófona em Harvard, onde também faz parte do programa de artes visuais Critical Media Practice. Amarelo é sua cor predileta.

André Singer

É professor titular do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo. Autor de O lulismo em crise (Companhia das Letras, 2018) e Estado e democracia (Zahar, 2021), com Cicero Araujo e Leonardo Belinelli, entre outros livros.

André Vallias

É poeta, designer gráfico, produtor de mídia interativa e tradutor brasileiro.

Bernadette Wegenstein

É linguista, documentarista e professora de mídia na Johns Hopkins University, onde dirige o Center of Advanced Media Study. Escreveu diversos livros, entre eles Getting Under the Skin: Body and Media Theory, The Cosmetic Gaze: Body Modification and the Construction of Beauty, Reality Made Over: The Culture of Reality Television Makeover Shows e Radical Equalities: Global Feminist Filmmaking (com Lauren Mushro, no prelo).

Bertolt Brecht (1898–1956)

Foi um dramaturgo, diretor, escritor e poeta alemão.

Carlos Fajardo

É artista. Professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Seu trabalho transita entre várias linguagens, em especial na produção de instalações. O desenho, a superfície e a presença do espectador são questões que acompanham sua obra. Participou nas 9ª, 16ª, 19ª, 25ª e 29ª edições da Bienal de São Paulo; 45ª e 48ª edições da Bienal de Veneza; 1ª e 5º Bienal do Mercosul. Suas últimas exposições incluem: De Soslaio e Dentro: Galeria Marcelo Guarnieri, São Paulo (2021 e 2018); Redirección/Instancias: 45º SNA, em Bogotá (2019); Diáfano: Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (2018).

Carla Rodrigues

Professora de ética no Departamento de Filosofia da UFRJ, pesquisadora do programa de pós-graduação em filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFSC/UFRJ) e bolsista de produtividade da Faperj. Estuda teorias feministas, notadamente a partir da obra de Judith Butler, conjugando questões de gênero com formulações críticas à violência colonial e suas atualizações no neocolonialismo. É coordenadora do Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/CNPQ), onde estão articuladas rede de pesquisadores/as em torno de temas da filosofia política contemporânea.

Cirlene de Souza Christo

É docente no Departamento de Psicologia Social do Instituto de Psicologia (UFRJ), onde realiza projetos de pesquisa e extensão sobre o tema trabalho, subjetividade e saúde. Atualmente está interessada em compreender melhor o trabalho em plataformas digitais, tem participado de esforços de construção de diálogos com os trabalhadores sobre suas condições de vida e trabalho e implicações à saúde.

Céli Pinto

É cientista política e professora emérita da UFRGS.

Daniel Golovaty

Bacharel em história pela USP. Foi membro do movimento pacifista Paz Agora. Foi editor da Revista Fevereiro. Formado em psicanálise, atendeu na clínica aberta da Casa do Povo e atua em clínica particular.

Daniel Nasser

Trabalha no Empório Akkar, paralelo simultâneo e em diagonal a isso, desenha.

Daniel de Paula

Diego Penha

É psicanalista e doutor em psicologia clínica pela Universidade de São Paulo (USP). Mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Membro do Laboratório Psicanálise Política e Sociedade (Psopol-USP) e da Rede Interamericana de Pesquisa em Psicanálise e Política (Redippol). Autor do livro Psicanálise e cinema: filmes curam? (Editora Zagodoni, 2018). Editor da revista digital Lacuna: uma revista de psicanálise (lacunarevista.com). Colunista de cinema e quadrinhos para o site Mob Ground (mobground.net).

Débora Bolsoni

É artista plástica, costumava mostrar seus trabalhos no espaço físico.

Edith Derdyk

Artista e educadora, tem realizado exposições coletivas e individuais desde 1981 no Brasil e no exterior. Em 2017 foi contemplada com o título de Doctora Honoris Causa_17, Instituto Estudios Criticos, Cidade do México. Autora de livros tais como Formas de pensar o desenho, Linhas de horizonte, linha de costura, entre outros. Atualmente coordena a Pós Graduação Lato Sensu “Caminhada como Método para Arte e Educação” n'A Casa Tombada. Para acessar o trabalho da artista: https://issuu.com/livroedithderdyk/docs/livro_edith_derdyk e http://cargocollective.com/edithderdyk

Eduardo Climachauska

É artista, cineasta e compositor. Formado em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) (1976–1980), vem realizando exposições em importantes museus, instituições culturais e galerias de arte no Brasil e no exterior.

Elisa Fuenzalida

É é pesquisadora e escritora. Coordena a Cátedra Cátedra Aníbal Quijano do Museu Reina Sofía de Madrid. Fez parte do coletivo Pornolab em Madrid, uma plataforma que pesquisou e discutiu materiais audiovisuais, literários e teóricos que foram produzidos no campo da pornografia, com o objetivo de questionar as principais narrativas.

Érica Zingano

Nasceu em Fortaleza-CE, Brasil. É poeta e também faz trabalhos em outras linguagens, como artes visuais e performance. Atualmente, faz um doutorado no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFC, pesquisando literatura brasileira contemporânea. Publicou alguns livros de poesia: fio, fenda, falésia (2010), em colaboração com Renata Huber e Roberta Ferraz, através do prêmio Proac-2009 da Secretaria da Cultura de São Paulo; o livro de artista Pé-de-Cabra ou Rabo de Saia — Eis uma Dúvida Cruel! (2012), criado em parceria com a artista Alexandra Ramires e publicado pela Oficina do Cego, Associação Gráfica de Lisboa; Ich weiß nicht warum — Zeichnungen und Texte für Unica Zürn (2013) com duas versões, traduzido para o alemão por Odile Kennel e publicado pela hochroth berlin; e o livro coletivo com várias vozes — Lotto Thießen, Nathalie Quintane, Marion Breton, Rob Packer, Odile Kennel, Mercedes M. e Marília Garcia — em línguas não-maternas eine Sache für eine andere (2017), publicado pela editora australiana Bulky News Press. No instagram é @pagodepagu.

Fernanda Martins

É feminista, integrante da rede La Laboratoria: espacio transnacional de investigación feminista e professora do Mestrado em Direitos Humanos da UniRitter.

Fernando Rugitsky

É professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e pesquisador principal do Mecila (Maria Sibylla Merian Centre Conviviality-Inequality in Latin America). É doutor em economia pela New School for Social Research (EUA), mestre em direito econômico pela USP e bacharel em direito e em economia pela mesma instituição. Em 2020, está em Cambridge (Reino Unido), como visiting scholar do Centre of Latin American Studies da Universidade de Cambridge.

Fillipe Mauro

É doutorando do Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo e do Cerc — Centro de Estudos e Pesquisas Comparatistas da Universidade Paris III — Sorbonne Nouvelle.

Gilberto Almeida dos Santos

É presidente do Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas Intermunicipal do Estado de São Paulo (Sindimoto-SP).

Guilherme Leite Gonçalves

É professor de sociologia do direito da Uerj e pesquisador-bolsista do CNPQ.

Gustavo Diógenes

Henrique Xavier

Dedica-se a projetos, principalmente, na interface e mistura entre filosofia, artes visuais, literatura e política. Atualmente, desenvolve extensas pesquisas sobre as obras de Marilena Chaui, James Joyce e Carlos Fajardo, estando em fase de finalização de livros sobre as três respectivas obras. É professor e também atua com curadoria.

Hugo Fanton

É professor colaborador do Departamento de Ciência Política da USP e pesquisador associado do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic).

Jaldes Meneses

É professor titular do Departamento de História (UFPB).

Joana Salém Vasconcelos

É doutora em história econômica pela Universidade de São Paulo (USP) com a tese O lápis é mais pesado que a enxada, sobre a reforma agrária no Chile (1955-1973) e as pedagogias camponesas para transformação econômica. É autora de História agrária da Revolução Cubana: dilemas do socialismo na periferia (Alameda, 2017) e co-organizadora de Cuba no século xxi: dilemas da revolução (Elefante, 2017).

José Maurício Domingues

É doutor em sociologia pela London School of Economics and Political Science (LSE) e professor e pesquisador no IESP-UERJ. Entre seus últimos livros encontram-se O Brasil entre o presente e o futuro. Conjuntura interna e inserção internacional (2ª edição revista e ampliada 2015) e Esquerda: crise e futuro (Rio de Janeiro: Mauad, 2017).

Juliano Gomes

É crítico e professor. Coeditor da Revista Cinética, onde escreve desde 2010. Publicou na Film Quarterly, Filme&Cultura, Folha, Piauí e diversos catálogos de mostras e festivais. Foi júri do DocLisboa, Mostra Tiradentes, Cachoeira Doc e Fronteira. Atualmente faz parte do comitê de seleção do Sheffield Doc Fest. Leciona regularmente na AIC-Rio. Publicou sobre teatro na revista Horizonte da Cena e sobre música no catálogo do festival Novas Frequências, além de apresentar três discos de Rômulo Fróes. Mestre em comunicação pela UFRJ, com dissertação sobre Jonas Mekas. Dirigiu com Léo Bittencourt os curtas As ondas (2016) e (2007). Site pessoal: juliano-gomes.com.

Leonardo Avritzer

É professor titular do Departamento de Ciência Política da UFMG.

Letícia Pessoa Masson

É pós-doutora em psicologia do trabalho (FPCEUP/Portugal), doutora em psicologia social (Uerj), mestre em saúde pública (Fiocruz) e graduada em Psicologia (Uerj). Atua na área de pesquisa e ensino em Saúde do Trabalhador (CESTEH/ENSP/Fiocruz) e participa da coordenação do projeto de pesquisa e extensão interinstitucional (Fiocruz, UFRJ e UFF) “Saúde e direitos dos trabalhadores em tempos de plataformas digitais: um olhar sobre a atividade”, que produziu o documentário Trajetos e trajetórias invisíveis na cidade (2021).

Ludmila Costhek Abílio

É doutora em ciências sociais, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho. É autora do livro Sem maquiagem: uma empresa e um milhão de revendedoras de cosméticos (Boitempo, 2014) e de vários artigos sobre a uberização do trabalho, sendo um dos mais recentes: “Uberização e juventude periférica: Desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho”. Novos Estudos Cebrap., v. 39, p. 579–597, 2020.

Lévio Scattolini

É coordenador do Centro de Estudos Sociedade, Ciência e Tecnologia no INB e mestre em teoria e filosofia do direito na Uerj.

Marcela Vieira

Formada em letras pela USP, fez mestrado em tradução na Universidade Paris 8. É tradutora, ex-editora da Revista Fevereiro e cofundadora e curadora do site de arte aarea. Atualmente faz doutorado em cotutela entre a USP e a Paris 8 e estuda a importância da tradução da obra de Marquês de Sade no século XXI.

Marcelo Cipis

É pintor, desenhista e ilustrador.

Marcelo Coelho

Mestre em sociologia pela FFLCH-USP e articulista da Folha de S. Paulo. Escreveu, entre outros, Crítica cultural: teoria e prática (Publifolha), Montaigne (Publifollha), Patópolis (Iluminuras) e Jantando com Melvin (Iluminuras).

Marcelo Zoppi

É poeta. Publicou o Triângulo preto invertido em 2013. Terminou o O, em 2017. Prepara o livro Legalize necrofilia, o qual tem escrito enquanto prepara programas da Rádio Acúfeno, com amigos. Foi vocalista da banda Shirley.

Maria Alzuguir Gutierrez

É pesquisadora e professora de cinema. Publicou artigos em revistas especializadas de diversos países. Ministrou cursos em instituições como USP, Ufscar, Unesp e Memorial da América Latina. Durante o doutorado e o pós-doutorado realizou estágios de pesquisa na universidade Stanford (EUA) e no Ibero-Amerikanisches Institut (Alemanha), com o apoio da Fapesp. É autora do livro Brecht/cinema/América Latina (no prelo).

María Gómez Lara

É uma poeta colombiana.

Mariana Par

É mestranda em linguagens visuais no PPGAV UFRJ. Graduou-se em artes visuais pela UFRJ, cursou por três anos letras e tem ampla experiência no circuito de publicações. Frequentou também cursos em diferentes espaços e escolas livres. Possui forte ligação à palavra. Tensionando os limites entre o público e o privado, entre o eu e o outro, a artista problematiza questões relativas aos territórios da casa e da rua ligados à urbanidade.

Mariana Ruggieri

É escritora e tradutora, pós-doutoranda no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.

Marina Bedran

É professora de literatura e cultura lusófona no Departamento de Línguas Modernas e Literatura da Johns Hopkins University, doutora em espanhol e português pela Princeton University e mestre em teoria literária e literatura comparada pela USP.

Marta Maurás

É socióloga, analista internacional, ex-embaixadora e ex-diretora da ONU.

Miriam Lang

É diretor artístico da Rhizome, onde supervisionou a iniciativa Net Art Anthology, uma exposição na web, em galeria e livro que contou a história da arte online através de 100 obras de arte desde os anos 80 até o presente. Ele tem curado exposições e projetos para Cornerhouse, Museum of Moving Image, ACMI, Bell Lightbox, FACT e BFI. Colaborou com textos em You Are Here: Art After the Internet (Cornerhouse), Digital Video Abstraction (UCPress), e MBCBFTW (Hatje Cantz).

Miriam Lang

É professora na área de ambiente e sustentabilidade na Universidade Andina Simón Bolívar, no Equador. É doutora em sociologia e mestre em estudos latinoamericanos da Universidade Livre de Berlim. Colabora com o Grupo de Trabalho Permanente Latinoamericano de Alternativas e Desenvolvimento e com movimentos sociais internacionalistas, feministas, ecologistas e antirracistas. Sua pesquisa atual se centra na crítica do desenvolvimento, nas alternativas sistêmicas e na implementação territorial de Buen Vivir. Combina perspectivas decoloniais e feministas com economia política e ecologia política. Coeditou o livro Beyond Development — Alternative visions from Latin America (2013), que foi traduzido para 9 idiomas.

Nicolás Llano

Doutor em ciências da comunicação (Universidade de São Paulo). Atuou como pesquisador internacional na Universidade de Copenhagen (Dinamarca, 2014–2015) e participou do curso Code Societies na School for Poetic Computation (New York, 2018). Autor de 5-5 (Salvaje, Bogotá), incluído como parte do componente editorial do 44º Salão Nacional de Artistas (Pereira, Colômbia). É um dos editores do livro Antropologia & comunicação (Indo, 2014). Colabora com diferentes publicações artísticas e culturais: ExtraExtra (Holanda), Letras Libres (México), Matera (Colômbia).

Pablo Saborido

Patricia Osses

É artista visual formada pela Universidade de São Paulo, onde concluiu doutorado em poéticas visuais. Também tem formação em arquitetura e estudos em música, campos que continuam presentes na sua pesquisa. Transferiu-se desde 2017 para o centro-oeste, onde tem pesquisado a ideia de construção de território a partir da borda, dos espaços limítrofes e das múltiplas línguas que ali se falam. Atualmente vive e trabalha em Uberlândia/MG, onde leciona Instalação e Performance no curso de Artes Visuais da UFU (Universidade Federal de Uberlândia). Refletindo sobre espaços, acabou por se embrenhar no território infinito dos lugares literários: gigantescas bibliotecas vazias, precipícios de livros em pequenos sebos, estantes de telhas-dicionário e casas que poderiam ser livros de páginas muito grossas. Jorge Luis Borges e Marguerite Duras, ultimamente, têm-lhe aberto as portas de algumas dessas casas. Restam todas as outras.

Paulo Galo

Paulo Lima, o Galo de Luta, é integrante dos Entregadores Antifascistas e idealizador do projeto Nação dos Trabalhadores.

Pedro França

É artista e membro da Cia Teatral Ueinzz. Frequentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 1998 e 2005. Fez mestrado em história na PUC-Rio (2010). Entre 2006 e 2011 foi professor de história da arte da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e, atualmente dá aulas no MAM-SP e no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. Foi indicado ao prêmio Pipa em 2016, 2017, 2018 e 2019.

Pollyana Quintella

É pesquisadora, curadora e crítica cultural. Formada em história da arte pela UFRJ, é mestre em arte e cultura contemporânea pela Uerj e doutoranda pela mesma instituição. Colabora com pesquisa para o Museu de Arte do Rio (MAR) desde 2018 e escreve para diversos jornais e revistas de cultura.

Raquel Guitiérrez Aguilar

É matemática, filósofa, socióloga e ativista mexicana. É professora de sociologia e pesquisadora no Instituto de Ciências Sociais e História da Benemérita Universidade Autônoma de Puebla, com ênfase nos estudos dos movimentos de transformação social, e de resistência indígena na América Latina. Durante a década de 80 formou parte dos movimentos insurgentes das comunidades aymaras e quéchuas na Bolívia, participando da fundação do Exército Guerrilheiro Aymara Tupac Katari (EGTK), o qual operou no planalto boliviano entre 1986 e 1992.

Rafael Grohmann

É professor do mestrado e doutorado em comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Coordenador do Laboratório de Pesquisa DigiLabour. Coordenador no Brasil do projeto Fairwork, vinculado à University of Oxford. Pesquisador financiado do projeto Histories of AI, da University of Cambridge. Membro do Conselho do Center for Critical Internet Inquiry (C2i2), da University of California, Los Angeles (UCLA). Autor do livro Os laboratórios do trabalho digital, publicado pela editora Boitempo.

Renan Bernardi Kalil

É doutor em direito pela Universidade de São Paulo (USP), autor de A regulação do trabalho via plataformas digitais (Editora Blucher, 2020) e Procurador do Trabalho.

Renata Pedrosa

É doutora (2013) e mestre (2004) em poéticas visuais pela ECA-USP, com pós-doutorado (2019) pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP–São Carlos. É artista visual e desenvolve trabalhos em diversos meios que incluem objetos, ambientes, instalações, intervenções, desenhos e vídeos.

Renata Scovino

É artista visual, seu principal interesse são os significados contidos na visualidade. Como são construídas operacionalmente e conceitualmente as imagens? Como são utilizadas? Quais as metamorfoses que as camadas de materiais produzidos, encontrados ou gerados automaticamente podem conter? A ficção, o confronto, as disputas de sentido, a ressignificação, o desaparecimento. Todas as idas e vindas, todas as formas de contestação, o substrato ético, o roubo, o sequestro, o terrorismo estético, as criações coletivas, o delírio/utopia da visualidade total. Foi uma das curadoras de Urbanautica.Com — Journal Of Visual Antropology And Cultural Landscapes entre 2015 e 2017.

Rodrigo Naves

Já teve inúmeras ocupações, de revisor a redator de enciclopédias. Acabou se dedicando, sobretudo, à crítica e à história da arte e há trinta anos mantém um curso livre desta disciplina.

Rita Segato

É uma antropóloga e feminista decolonial que escrevou extensamente sobre gênero, violência e a questão racial. Professora emérita da Universidade de Brasília e pesquisadora sênior do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Brasil, é atualmente titular da Cátedra Rita Segato de Pensamento Incômodo, da Universidade Nacional de San Martín, Argentina, e da Cátedra Aníbal Quijano do Museu Reina Sofía de Madrid. Recebeu o Prêmio Latinoamericano e do Caribe de Ciências Sociais CLACSO 50 anos (2018), o Prêmio Daniel Cossio Villegas de Ciências Sociais do Colégio do México — Colmex (2020) e o Prêmio Frantz Fanon da Associação Caribenha de Filósofos, por sua trajetória (2021).

Rubens Machado Jr.

Ensina análise e crítica do audiovisual na ECA-USP, escreveu Contribuições para uma história do cinema experimental brasileiro: momentos obscuros, desafio crítico (P. C. Brasil Experimental, 2020) e São Paulo em movimento (Alameda, no prelo). Participou de revistas como Cine-Olho (1975–80), L’Armateur (1992–93), Infos Brésil (1992–07), praga (1997–00), Close-up: storie della visione (1997–98), Épisodic (1998), Sinopse (1999–06), Significação (2006–07), Matrizes (2006–07), Rebeca (2012–15). Curador dos projetos Marginália 70 (Itaú Cultural, 2000–03) e Experimental Media in Latin America (Los Angeles Filmforum-Getty Foundation, 2014–17).

Veena B. Dubal

É professora de Direito da Universidade da Califórnia, Faculdade de Direito de Hastings.

Vinícius Ribeiro

Wallace V. Masuko

É artista e doutorando em artes visuais pela Universidade de São Paulo. Traduziu a Caixa verde, de Marcel Duchamp. Designer da Revista Rosa.

Wolfgang Streeck

É diretor emérito do Instituto Max Planck, em Colônia, na Alemanha.