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Colaboradores

Fumaça antifascista é de todos nós, uma espécie de entidade que procura fazer frente ao avanço fascista no Brasil. Inspirada nas manifestações de força e júbilo das torcidas de futebol e nascida do desejo de amplificar os corpos na luta contra a política de morte e destruição que nos assalta.

Achille Mbembe

É professor e pesquisador de história e política no Instituto de Pesquisa W.E.B. Dubois da Universidade Harvard.

Adriano Rampazzo

É artista gráfico e cozinheiro. Tenta conciliar os dois universos em seu trabalho. Faz parte do coletivo o miolo frito de artes gráficas e quadrinhos. Seu portfolio pode ser visto em www.adrianorampazzo.com.

Alberto Simon

Nasceu em São Paulo, cidade onde vive atualmente. De 1980 até 1984 viveu em Nova York, e a partir de 1985 em Berlim, onde estudou artes plásticas na Universität de Künste. Costuma empregar o computador como sua principal ferramenta, com a finalidade de criar imagens que integram ficção e fatos como uma forma expandida de documentário.

Alex Sens

É escritor. Vive e trabalha entre São Paulo e Minas Gerais. É autor dos livros de contos Esdrúxulas (CBJE, 2008), Trincada (edição artesanal, 2009) e Corações ruidosos em queda livre (Penalux, 2018) e dos romances O frágil toque dos mutilados (Autêntica, 2015) e A silenciosa inclinação das águas — parte 1 (Autêntica, 2019). Com seu romance de estreia, venceu o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do Prêmio Oceanos.

Aline Motta

É bacharel em comunicação social pela UFRJ e pós-graduada em cinema pela The New School University (NY). Combina diferentes técnicas e práticas artísticas, mesclando fotografia, vídeo, instalação, performance, arte sonora, colagem, impressos e materiais têxteis. Sua investigação busca revelar outras corporalidades, criar sentido, ressignificar memórias e elaborar outras formas de existência. Foi contemplada com o Programa Rumos Itaú Cultural 2015/2016, com a Bolsa Zum de Fotografia do Instituto Moreira Salles 2018 e com 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça 2019. Recentemente participou de exposições importantes como Histórias Feministas, artistas depois de 2000 — Masp, Histórias Afro-Atlânticas — Masp/Tomie Ohtake. Abriu sua exposição individual Aline Motta: memória, viagem e água no Museu de Arte do Rio 2020.

Alyne Costa

É doutora em filosofia pela PUC-Rio, com pesquisa sobre Antropoceno e o colapso ecológico. Faz pós-doutorado no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ e é professora do quadro complementar do Departamento de Filosofia na PUC-Rio.

Ana Paula Simonaci

É curadora, escritora, editora e pesquisadora, doutoranda em memória social pelo PPGMS-UNIRIO. Diretora da editora Revistas de Cultura, publica coleções de livros sobre cultura brasileira no Brasil, Portugal e EUA. Foi analista técnica na Gerência de Cultura do Sesc Rio de Janeiro, onde realizou a curadoria da programação de literatura e idealizou projetos diversos.

Anielle Franco

É mestre em jornalismo e inglês pela Universidade de Carolina do Norte, nos EUA, e graduada em letras pela Uerj. Atua como professora, escritora, palestrante e é a atual diretora do Instituto Marielle Franco.

Antonia Pellegrino

É escritora e roteirista de televisão e cinema.

Antonio Carlos Secchin

É escritor, poeta, bibliófilo, palestrante, professor emérito de literatura brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ, membro da Academia Brasileira de Letras e foi professor convidado na Espanha, Estados Unidos, França, Itália, México, Portugal e Venezuela. Como poeta, publicou oito livros, entre eles, Desdizer (Topbooks, 2017), com sua poesia reunida. Em 2018, publicou o infantojuvenil O galo gago (Rocco), que recebeu o Selo 10 da Cátedra de Leitura da Unesco. Como ensaísta, destaca-se Percursos da poesia brasileira, do século XVIII ao XXI (Autêntica Editora, 2018), vencedor do Prêmio APCA na categoria ensaio. Em 2020, lançou João Cabral de ponta a ponta (CEPE Editora), que reúne o conjunto de seus estudos sobre o poeta pernambucano. Recebeu o Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, da Academia Carioca de Letras, pelo conjunto de sua obra, em 2018.

Arthur Bueno

É professor assistente no Departamento de Filosofia da Universidade de Frankfurt e professor visitante no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. É membro do centro de pesquisa Normative Orders (Frankfurt) e do Núcleo Direito e Democracia (Cebrap). É organizador dos livros Critical Theory and New Materialisms (Routledge, no prelo; com Hartmut Rosa e Christoph Henning) e O conflito da cultura moderna e outros escritos – Georg Simmel (Senac). Suas pesquisas são focadas em teoria crítica, filosofia social, formas de subjetividade e sofrimento social.

Arthur Hussne

Formado em história pela USP, graduando em Direito na mesma instituição. Professor de filosofia e sociologia.

Benjamin Lemoine

É pesquisador do CNRS no Institut de Recherche Interdisciplinaire en Sciences Sociales e atualmente membro do Institute for Advanced Study de Princeton.

Bernardo Glogowski

É artista plástico, formado pela ECA-USP. Explora temas ligados à memória traumática e imagens de circulação efêmera. Participou da 1ª turma do Treinamento em Jornalismo Cultural no jornal Folha de S. Paulo. Participou de exposições como Até aqui tudo bem na galeria White Cube de São Paulo, em 2015 e, em 2019, de Open Studio//Recent works no coletivo Prenzlauer Studio/Kunst-Kollektiv em Berlin, onde viveu e trabalhou por sete anos, antes de retornar a São Paulo.

Bruno Latour

É filósofo, antropólogo e sociólogo francês, com reconhecida atuação no campo de pesquisa conhecido como estudos da ciência e tecnologia (science and technology studies). Foi professor do Centre de Sociologie de l’Innovation da École des Mines de Paris (1982–2006) e diretor científico do laboratório de mídia da Science-Po Paris (2006–2017), onde hoje é professor emérito. Autor de mais de 20 livros sobre filosofia, sociologia e antropologia das ciências, tem se dedicado mais recentemente à ecologia política, tema no qual se destacam suas obras Diante de Gaia e Onde aterrar?. É também curador de diversas exposições artísticas de sucesso e recebeu em 2013 o prêmio Holberg do governo holandês.

Bruno Braga Fiaschetti

É graduando em direito na USP. É membro da Rede Interdisciplinar de Pesquisadores e tem interesse nas intersecções entre teoria social e psicanálise.

Carla Rodrigues

Professora de ética no Departamento de Filosofia da UFRJ, pesquisadora do programa de pós-graduação em filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFSC/UFRJ) e bolsista de produtividade da Faperj. Estuda teorias feministas, notadamente a partir da obra de Judith Butler, conjugando questões de gênero com formulações críticas à violência colonial e suas atualizações no neocolonialismo. É coordenadora do Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita/CNPq), onde estão articuladas rede de pesquisadores/as em torno de temas da filosofia política contemporânea.

Christiana Moraes

Vive e trabalha em São Paulo. É artista plástica e educadora, formada pela ECA-USP e pós-graduada pela School of the Art Institute of Chicago. Sua pesquisa principal concentra-se nas linguagens da performance e do desenho. Possui obras, dentre outros, nos acervos do MAM/SP, MAC/SP, Museu de Arte Brasileira da Faap/SP e Instituto Figueiredo Ferraz. Como educadora coordenou o atendimento de público em visitas mediadas à 27ª Bienal de Artes de São Paulo e as ações educativas do Paço das Artes, do MIS/SP e do MAC/SP.

Cícero Araújo

Professor titular de teoria política do Departamento de Ciência Política, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas — FFLCH/USP.

Cícero Portella

É mestre em arquitetura e urbanismo. Escreve, desenha e pesquisa estética. Contato: instagram.com/cc3r.

Clara Barzaghi

É doutoranda em arquitetura e urbanismo na Unicamp. Pesquisa violência, urbanismo e arte na América Latina.

Débora Bolsoni

É artista plástica, costumava mostrar seus trabalhos no espaço físico.

Denilson Baniwa

É artista plástico, curador, designer, ilustrador, comunicador e ativista dos direitos indígenas. Suas exposições mais recentes foram: Relacionamentos (Agro)Tóxicos, 29º Edição do Programa de Exposições do CCSP, Centro Cultural São Paulo, São Paulo/SP; e Terra Brasilis: o agro não é pop!, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro/RJ.

Eduardo Jorge de Oliveira

É doutor em teoria literária e literatura comparada (UFMG) e professor de literatura, cultura e media (Universidade de Zurique).

Eduardo Sterzi

É poeta, crítico literário e professor da Unicamp.

Elsa Dorlin

É professora de filosofia política e social na Universidade de Paris 8. É especialista em história do sexismo e do racismo moderno. Seus temas de trabalho são influenciados pelo black feminism estado-unidense e por uma perspectiva descolonial.

Ésio Macedo Ribeiro

É doutor em literatura brasileira pela USP, escritor, fotógrafo e bibliófilo. Publicou textos no Brasil, Chile, Colômbia, França e Portugal. Como poeta, lançou mais de sete livros, o mais recente é Um olhar sobre o que nunca foi: (Urutau, 2019). Seu romance É o que tem (Patuá, 2018) foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2015 e semifinalista do Prêmio Oceanos 2019. Organizou e editou: Poesia completa — edição crítica, de Lúcio Cardoso (Edusp, 2011); Diários, de Lúcio Cardoso (Civilização Brasileira, 2012); O vento da noite, de Emily Brontë, trad. de Lúcio Cardoso (Civilização Brasileira, 2016); e, com Marília de Andrade, o livro de memórias Maria Antonieta d’Alkmin e Oswald de Andrade: marco zero (Edusp/Imprensa Oficial de SP, 2003).

Fabiana Moraes

É jornalista, professora e pesquisadora do Núcleo de Design e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (NDC/UFPE).

Fábio Roberto Lucas

Desenvolve atualmente pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Letras da Universidade Federal do Paraná (bolsa Capes/PNPD); é bacharel e licenciado em filosofia e doutor em teoria literária e literatura comparada pela Universidade de São Paulo, com a tese O poético e o político: últimas palavras de Paul Valéry, elaborada com período sanduíche na Université Paris Nanterre. Suas pesquisas tratam da noção de soberania poética e das relações entre enunciação literária e pensamento filosófico na poesia brasileira e francesa do século XX.

Fabrina Magalhães

É doutora em história social da cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com pós-doutorado em filosofia pela PUC-Rio (2010) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (2016). Desde 2010, é professora adjunta de história da PUCG/UFF, atuando nas áreas de história moderna, história política e filosofia do Renascimento. Suas pesquisas versam sobre Renascimento Italiano, Humanismo e Reformas Religiosas. É organizadora de Filosofia do Renascimento, hospedado na revista O que nos faz pensar, número 27 (2010), com o professor Danilo Marcondes, e do dossiê temático Renascimento Italiano, publicado pela revista Crítica Histórica, em 2015, com a professora Flávia Benevenutto. Atualmente se dedica às traduções e análises dos textos políticos do chanceler florentino Leonardo Bruni. Integra o LERen: Laboratório de Estudos Renascentistas, o LER (Laboratório de Estudos Republicanos) e coordena o grupo Retórica e Política no Humanismo Renascentista, todos na UFF.

Fernando Silva e Silva

Pesquisador da Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades.

Fernando Rugitsky

Professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e pesquisador principal do Mecila (Maria Sibylla Merian Centre Conviviality-Inequality in Latin America). É doutor em economia pela New School for Social Research (EUA), mestre em direito econômico pela USP e bacharel em direito e em economia pela mesma instituição. Em 2020, está em Cambridge (Reino Unido), como visiting scholar do Centre of Latin American Studies da Universidade de Cambridge.

Flávia França

É formada em economia pela PUC-SP e fez mestrado em história da arte contemporânea na IESA-Paris (Institut d'études supérieures des arts). Trabalha no mercado de artes visuais desde 2014.

Flora Thompson-DeVeaux

É escritora, pesquisadora, e tradutora (mais recentemente de The Posthumous Memoirs of Brás Cubas), nascida nos Estados Unidos e radicada no Rio de Janeiro, onde trabalha como diretora de pesquisa da Rádio Novelo.

Françoise Picq

É historiadora, socióloga e militante feminista do MLF. É autora, dentre outros, de Libération des femmes, quarante ans de mouvement (Éditions Dialogues, 2011) e de Féministe, encore et toujours, 1970-2010 (Indigène Éditions, 2012).

Gabriela Arguedas Ramírez

É farmacêutica, bioeticista e doutoranda em estudos de sociedade e cultura. Ela é especialista em direitos humanos e foi consultora do Instituto Interamericano de Derechos Humanos. Atualmente é professora da Escuela de Filosofía e pesquisadora do Centro de Investigación en Estudios de la Mujer da Universidade da Costa Rica, onde é diretora do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mulher dessa universidade.

Helô Sanvoy

É mestrando pela ECA/USP e licenciado pela FAV/UFG. É membro do coletivo de performance Grupo EmpreZa desde 2011. Como artista individual, busca significados através dos diferentes modos de leitura, impossibilidades de comunicação e processos de silenciamento. Foi premiado no 23º Salão Anapolino de Arte (2012 e 2017) e no 7º Salão de Artes Plásticas de Suzano (2011). Realizou exposições individuais no MAC/GO (2014), na CAL/UnB (2014), na Referência Galeria de Arte (2018, Brasília) e na Andrea Render Arte Contemporânea (2017, 2018, São Paulo). Participou de exposições coletivas como: Bienal 12 – Feminino(S) Visualidades, Ações e Afetos (Bienal do Mercosul); Zona de perigo, do 5ª Prêmio Marcantonio Vilaça (2016) e Pororoca: A Amazônia no MAR, no MAR-RJ (2014).

Isabela Sancho

É escritora, ilustradora e ministra oficinas de escrita individuais e coletivas. Formada em arquitetura e urbanismo pela Unicamp, é autora da plaquete Quem fala em seu nome (Primata, 2019) e dos livros As flores se recusam (Patuá, 2018), A depressão tem sete andares e um elevador (Penalux, 2019) e Monstera (Urutau, 2019).

Isabella C. Reiche

É artista visual.

Izadora Xavier do Monte

É politóloga de formação e profissão e redatora do webzine militante e queer friction magazine. Escreve poesia desde antes de existirem blogs e às vezes performa na station — gare des mines em Paris, onde viveu de 2012 a 2020. Publicou na internet nas revistas escamandro e Raimundo, e em duas coletâneas a serem publicadas em breve: A chama depende do combustível e Dreams under confinement.

Jack Gross

É editor e pesquisador baseado em Nova York. Dirige o site Phenonemal World.

Jaldes Meneses

É professor titular do Departamento de História (UFPB).

Jaime Lauriano

É artista plástico. Vive e trabalha entre Porto/Portugal e São Paulo/Brasil. Graduou-se pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, no ano de 2010. Entre suas exposições mais recentes, destacam-se as individuais: Marcas, Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil, 2018; Ao Norte do Rio, Sesc Santana, São Paulo, Brasil, 2018; Brinquedo de furar moletom, MAC Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, 2018; Assentamento, Galeria Leme, São Paulo, Brasil, 2019.

João Adolfo Hansen

É professor, crítico literário, pesquisador, ensaísta e historiador da literatura brasileira. Sua especialidade é a literatura colonial. Seu livro A Sátira e o Engenho — Gregório de Matos e a Bahia do Século XVII recebeu o prêmio Jabuti em 1990.

José Augusto Lindgren-Alves

É embaixador aposentado, membro do Comitê Assessor do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, ex-membro do Comitê para a Eliminação das Discriminação Racial (Genebra, 2002-2018).

José Maurício Domingues

É doutor em sociologia pela London School of Economics and Political Science (LSE) e professor e pesquisador no IESP-UERJ. Entre seus últimos livros encontram-se O Brasil entre o presente e o futuro. Conjuntura interna e inserção internacional (2ª edição revista e ampliada 2015) e Esquerda: crise e futuro (Rio de Janeiro: Mauad, 2017).

José Natanson

É jornalista e cientista político. Atualmente, é diretor do Le Monde Diplomatique, Edición Cono Sur, da Revista de Libros e das editoras Capital Intelectual (Argentina) e Clave Intelectual (Espanha). Também atua como colunista da C5N e da TV Pública argentina. É autor, dentre outros, dos livros El milagro brasileño (Sudamericana-Debate) e ¿Por qué? La rápida agonía de la Argentina kirchnerista y la brutal eficacia de una nueva derecha (Siglo XXI).

Julia Daudén

É arquiteta e urbanista formada em São Paulo (Escola da Cidade) com passagem em Veneza (IUAV). Escreve sobre arquitetura, teoria da imagem e artes visuais.

Júlia de Carvalho Hansen

É poeta, astróloga e editora. Formada em letras pela Universidade de São Paulo (USP), é mestre em estudos portugueses pela Universidade Nova de Lisboa. Publicou títulos no Brasil e em Portugal, entre eles cantos de estima (edição da autora, 2009 e Douda Correria, 2015); O túnel e o acordeom (Não Edições, 2013); alforria blues ou Poemas do Destino do Mar (2013), Seiva veneno ou fruto (2016) e Romã (2019), estes três pela Chão da Feira — iniciativa editorial que realiza com outras três editoras mulheres.

Juliana de Moraes Monteiro

É doutora em filosofia pela PUC-Rio (2019). Atualmente, é pós-doutoranda na UFRJ como bolsista Nota 10 da Faperj. Sua pesquisa é centrada nas relações entre filosofia contemporânea, arte e psicanálise. É co-organizadora de Agambiarra: escritos sobre a filosofia de Giorgio Agamben (Ape' Ku, 2020) e co-autora de Trauma: arte contemporânea brasileira (Editora Circuito, 2020, no prelo).

Kathya Araujo

É doutora em estudos americanos pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Santiago do Chile.

Keila Simpson

É presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e coordenadora do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT da Bahia.

Leandro Muniz

Atua como artista e pesquisador. Repórter na revista seLecT desde 2019, é formado em artes plásticas pela USP. Como artista, já expôs em espaços como o Museu de Arte do Rio, DAP Londrina, Espaço das Artes USP, Sesc Ribeirão Preto, Salão Anapolino, Salão de Piracicaba, Fábrica Bhering, Casa Alagada, Ateliê397, entre outros. Foi curador das mostras Esquadros (Partilha, 2020), migalhas (Galeria O Quarto, 2019), Lampejo (Galeria Virgilio, 2019), Disfarce (Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2017), entre outras. Entre 2017 e 2019 foi assistente de curadoria no Pivô. Em parceria com Rafaela Foz, organiza o projeto Conversas no Breu, que já contou com a participação de mais de 40 artistas e curadores. Seus textos podem ser encontrados em publicações e portais como Arte que acontece, Relieve Contemporáneo, Terremoto, além de catálogos e exposições.

Lena Lavinas

Professora titular do Instituto de Economia da UFRJ. Dedica-se ao estudo das políticas sociais em meio às transformações do capitalismo contemporâneo, em particular a ascensão da grande finança. É membro de vários comitês editoriais e é pesquisadora associada de centros de pesquisa na Alemanha e Argentina. Atualmente é membro da Escola de Ciência Social do Instituto de Estudos Avançados (IAS) de Princeton.

Liam Kofi Bright

É professor assistente da London School of Economics and Political Science.

Lucas Figueiredo Silveira

É graduando em letras pela USP. Teve textos publicados no Brasil e em Portugal. Traduz do francês e do catalão.

Luís Falcão

É doutor em ciência política pelo IESP-UERJ, com ênfase em teoria política moderna e período sanduíche na Università degli Studi di Milano (2013–2014). Iniciou a docência na UFF em 2011, tendo se tornado professor adjunto em 2015 e membro do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política (PPGCP/UFF) em 2016, onde coordena o Laboratório de Estudos Republicanos (LER). Trabalha a partir da perspectiva do republicanismo moderno e suas interfaces com o direito natural e a democracia. Suas pesquisas versam sobre renascimento italiano, guerras civis inglesas, revolução americana, iluminismo francês e republicanismo contemporâneo. É autor de Maquiavel, Montesquieu e Madison: uma tradição republicana em duas perspectivas (Azougue, 2013); Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII (EdUFF, 2019); Algernon Sidney: between Modern Natural Rights and Machiavellian Republicanism (Cambridge Scholars Publishing, 2020); e Ensaios Republicanos (Appris, 2021).

Magaly Pazello

É mestre em letras neolatinas pela UFRJ. Como consultora independente, representa organizações não governamentais em reuniões multissetoriais de alto nível relacionadas à Sociedade da Informação. Em 2001, através da Rede Dawn, realizou viagem de intercâmbio às coordenações da rede nas Filipinas (Miriam College-Manila) e Ilhas Fiji (University of the South Pacific-Suva). Nesse mesmo ano, foi observadora das eleições para a Assembleia Constituinte do Timor Leste como integrante da sociedade civil brasileira. Trabalha com os seguintes temas: relações de gênero, feminismo, novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) e educação.

Maíra Dietrich

É bacharel em artes plásticas pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. Vive e trabalha em São Paulo.

Manuela Eichner

É artista visual formada em escultura pela UFRGS, Porto Alegre/RS. Natural de Arroio do Tigre/RS, vive e trabalha entre São Paulo e Berlim. Múltipla, a sua produção abarca desde vídeos e performances até oficinas colaborativas, passando pelo desenvolvimento de ilustrações, instalações e murais. Nessas diferentes frentes recorre sistematicamente a princípios de colagem, ruptura e embaralhamento da unidade espacial. Participou de projetos como Rumos Itaú Cultural, Salão Arte Pará, Bienal de Curitiba, ZK/U em Berlim, AnnexB e Brooklyn Brush em Nova York e Fikra Graphic Design Biennial em Sharjah, Emirados Árabes.

Marc Saint-Upéry

É um jornalista, editor e tradutor francês residente em Quito, Equador. Autor de El sueño de Bolívar. El desafio de las izquierdas sudamericanas (Paidós, Barcelona, 2008).

Marcela Vieira

Formada em letras pela USP, fez mestrado em tradução na Universidade Paris 8. É tradutora, ex-editora da Revista Fevereiro e cofundadora e curadora do site de arte aarea. Atualmente faz doutorado em cotutela entre a USP e a Paris 8 e estuda a importância da tradução da obra de Marquês de Sade no século XXI.

Marcelo Coelho

Mestre em sociologia pela FFLCH-USP e articulista da Folha de S. Paulo. Escreveu, entre outros, Crítica Cultural: Teoria e Prática (Publifolha), Montaigne (Publifollha), Patópolis (Iluminuras) e Jantando com Melvin (Iluminuras).

Mariana Portela Echeverri

É uma artista luso-colombiana. Em sua produção, interessa-se pela sexualidade, pela pós-pornografia e contextos ficcionais. Sua prática envolve escultura, instalação, obras sonoras, escrita, desenho e engenhocas mecânicas, que exploram separadamente e em conjunto os domínios do desejo, prazer e violência. Atualmente vive e trabalha em Medellín, Colômbia. Seus trabalhos podem ser vistos em www.mecheverri.com.

Mariana Serri

É artista plástica e educadora. Cursou Educação Artística na Faap e Letras na FFLCH/USP. Produz ilustrações para diversas mídias e, como artista, realizou exposições individuais e participou de diversas exposições coletivas. Como educadora, realizou a supervisão da área de educação do IMS Paulista e IMS Poços, além da coordenação da mediação da 32ª e 29ª Bienal de São Paulo e a coordenação do atendimento ao público do Instituto Tomie Ohtake. Atualmente trabalha em seu ateliê, no Museu da Casa Brasileira e atua como professora especialista de artes no Colégio Ítaca. Tanto como artista quanto como educadora, tem a presença como cerne de sua pesquisa.

Maria-Mercè Marçal (1952–1998)

Foi uma poeta catalã muito ativa como militante política, feminista e defensora das causas queer sem seu país. Além e poeta, foi também jornalista, editora, tradutora e professora.

Marilia Furman

É artista, fotógrafa e educadora, empresária de sua própria miséria. Tem como foco de suas investigações o universo do trabalho, da mercadoria e suas fantasmagorias, explorando materiais diversos em instalações, objetos e outras linguagens. Já expôs em espaços alternativos, salões, galerias, feiras, museus e em casa. Também já deixou de expor quando necessário.

Marina Bedran

É professora de literatura e cultura lusófona no Departamento de Línguas Modernas e Literatura da Johns Hopkins University, doutora em espanhol e português pela Princeton University e mestre em teoria literária e literatura comparada pela USP.

Martine Storti

É jornalista, escritora e militante feminista. Entre outros títulos, é autora de Pour un féminisme universel (Seuil, 2020).

Matheus Ichimaru

Bacharel em física e em filosofia pela Universidade de São Paulo e doutorando em ética e filosofia política pela mesma instituição.

Mayana Redin

atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formou-se em artes visuais em Porto Alegre pela UFRGS e é doutoranda na Escola de Belas Artes da UFRJ. Entre suas exposições individuais estão Arquivo escuro, na Silvia Cintra+Box 4, no Rio de Janeiro (2016); Cosmografias para São Paulo, no Arquivo Histórico de São Paulo (2015); A borda o risco o mundo: experimento # 2, no Palácio das Artes em Belo Horizonte (2014).

Michael Walzer

É professor emérito do Institute for Advanced Study de Princenton. Atua na área de filosofia e teoria da sociedade, tendo estudado principalmente os domínios da política, da ética e da justiça. É autor de mais de dez livros, dentre eles: Interpretation and Social Criticism (Harvard University Press, 1987) e The paradox of Liberation (Yale University Press, 2015).

Michel Gherman

É professor de história na Universidade Federal Fluminense, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos da UFRJ, pesquisador da Ben Gurion University e Diretor Acadêmico do Instituto Brasil-Israel.

Mike Davis

Nasceu na cidade de Fontana, Califórnia, em 1946. Abandonou os estudos precocemente, aos dezesseis anos, por conta de uma grave doença do pai. Trabalhou como açougueiro, motorista de caminhão e militou no Partido Comunista da Califórnia meridional antes de retornar à sala de aula. Aos 28 anos, ingressou na Universidade da Califórnia de Los Angeles (UCLA) para estudar economia e história. Atualmente, mora em San Diego, é um distinguished professor no departamento de Creative Writing na Universidade da Califórnia, em Riverside, e integra o conselho editorial da New Left Review. Autor de vários livros, entre eles Ecologia do medo, Holocaustos coloniais, O monstro bate à nossa porta (Record) e Planeta favela (Boitempo).

Moacir dos Anjos

É pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, em Recife, onde coordena o projeto de exposições Política da Arte. Foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2001–2006), Recife, e pesquisador visitante no centro de pesquisa Transnational Art, Identity and Nation, University of the Arts London (2008–2009).

Nicolás Llano

Doutor em ciências da comunicação (Universidade de São Paulo). Atuou como pesquisador internacional na Universidade de Copenhagen (Dinamarca, 2014–2015) e participou do curso Code Societies na School for Poetic Computation (New York, 2018). Autor de 5-5 (Salvaje, Bogotá), incluído como parte do componente editorial do 44º Salão Nacional de Artistas (Pereira, Colômbia). É um dos editores do livro Antropologia & Comunicação (Indo, 2014). Colabora com diferentes publicações artísticas e culturais: ExtraExtra (Holanda), Letras Libres (México), Matera (Colômbia).

Norman Solomon

É diretor da RootsAction.org e autor de vários livros, como War Made Easy: How Presidents and Pundits Keep Spinning Us to Death e Made Love, Got War: Close Encounters With America’s Warfare State. Nas convenções democratas de 2016 e 2020, foi delegado pela Califórnia a favor da indicação de Bernie Sanders. Solomon é fundador e diretor executivo do Institute For Public Accuracy.

Olúfémi O. Táíwò

É professor assistente de filosofia na Universidade de Georgetown, onde estuda filosofia social e política e ética. É também membro da Ação Comunitária Pan-Africana e organizador dos Undercommons.

Patricia Osses

É artista visual formada pela Universidade de São Paulo, onde concluiu doutorado em poéticas visuais. Também tem formação em arquitetura e estudos em música, campos que continuam presentes na sua pesquisa. Transferiu-se desde 2017 para o centro-oeste, onde tem pesquisado a ideia de construção de território a partir da borda, dos espaços limítrofes e das múltiplas línguas que ali se falam. Atualmente vive e trabalha em Uberlândia/MG, onde leciona Instalação e Performance no curso de Artes Visuais da UFU (Universidade Federal de Uberlândia). Refletindo sobre espaços, acabou por se embrenhar no território infinito dos lugares literários: gigantescas bibliotecas vazias, precipícios de livros em pequenos sebos, estantes de telhas-dicionário e casas que poderiam ser livros de páginas muito grossas. Jorge Luis Borges e Marguerite Duras, ultimamente, têm-lhe aberto as portas de algumas dessas casas. Restam todas as outras.

Pedro França

É artista e membro da Cia Teatral Ueinzz. Frequentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 1998 e 2005. Fez mestrado em história na PUC-Rio (2010). Entre 2006 e 2011 foi professor de história da arte da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e, atualmente dá aulas no MAM-SP e no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. Foi indicado ao prêmio Pipa em 2016, 2017, 2018 e 2019.

Pedro Ivan Moreira de Sampaio

É bacharel em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) com período sanduíche na Université Paris-Sorbonne (Paris IV). Mestre em filosofia pela USP e doutorando em regime de dupla-titulação em filosofia na Université de Paris (UParis) e na USP.

Pedro Romero Marques

É doutorando em economia pela Universidade de São Paulo e membro do Centro de Pesquisa em Macroeconomia e Desigualdades (Made/USP).

Pedro Vieira

É arquiteto e desenvolve pesquisa de pós-doutorado na FAU-USP, onde realizou a graduação, o mestrado e o doutorado, com estágio de pesquisa no exterior, junto a “La Sapienza” de Roma (bolsa Capes/PDSE). Suas pesquisas articulam temas do restauro com a arte contemporânea e o espaço público. É cofundador da Ikrek Edições, editora dedicada à produção de livros de artistas.

Quentin Deforge

É pesquisador com pós-doutorado no Centro Alexandre Koyré da EHESS de Paris.

Rajnia de Vito

É graduada em relações internacionais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2016). Tem experiência na área de sociologia e antropologia, com ênfase em sociologia e antropologia urbana. Atualmente trabalha como assistente de pesquisa e comunicação no Observatório de Sexualidade e Política (SPW), que é associado à Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia).

Raúl Antelo

É professor titular de literatura na Universidade Federal de Santa Catarina. Foi Guggenheim Fellow e professor visitante em várias Universidades (Yale, Duke, Texas at Austin, Maryland, Leiden). Presidiu a Abralic e recebeu o doutorado honoris causa pela Universidad Nacional de Cuyo.

Renato Pera

É artista e professor. Doutorando, mestre e bacharel em artes visuais pela USP. Foi bolsista do Technological University Dublin (2018), Capes/CNPQ (2019–2021) e Fapesp (2015–2016). Participou das residências artísticas Red Bull House of Art (2011) e Programa de Residencias Artísticas Para Creadores de Iberoamérica y Haití en México (2010). Foi premiado pelo 42º Salão de Arte de Ribeirão Preto (2017), 24º Visualidade Nascente (2016) e indicado ao Prêmio Pipa (2017 e 2014). Participa de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, incluindo projetos em espaços públicos. Seu trabalho integra coleções públicas e privadas.

Ricardo Bielschowsky

É economista, PhD, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É especialista em desenvolvimento e em pensamento econômico latino-americano e brasileiro. É autor, coautor ou organizador de mais de 60 publicações, entre os quais 20 livros, como por exemplo O pensamento Econômico Brasileiro (1930–64) — o ciclo ideológico do desenvolvimentismo, Investimento e reformas no Brasil na década de 1990 e Cinquenta anos de pensamento da Cepal.

Ricardo Viveiros

Jornalista e escritor, é autor de 49 livros em diferentes gêneros, doutor em educação, arte e história da cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP), da Academia Paulista de Educação (APE), da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e da União Brasileira de Escritores (UBE).

Roberto Zular

É professor de teoria literária e literatura comparada na Universidade de São Paulo. Juntamente com Álvaro Faleiros e Viviana Bosi, organizou o livro Sereia de Papel — visões de Ana Cristina Cesar (Eduerj); e com Claudia Amigo Pino Escrever sobre escrever — Uma introdução crítica à crítica genética (Martins Fontes). Organizou também o livro Criação em Processo — ensaios de crítica genética, e a tradução integral e estudo dos Feitiços [Charmes] de Paul Valéry, ambos pela editora Iluminuras. Desde 1993, dedica-se aos escritos de Valéry e a sua recepção entre os poetas brasileiros, o que o levou ao estudo da poesia moderna e contemporânea, especialmente quanto às relações entre corpo, linguagem, antropologia, temporalidades, ritmo e voz.

Ronaldo Tadeu de Souza

É doutor e pós-doutorando no departamento de ciência política da USP.

Rubén M. Lo Vuolo

É economista, diretor acadêmico e pesquisador do Centro Interdisciplinario para el Estudio de Políticas Públicas (Ciepp) e presidente da Red Argentina de Ingresos Ciudadanos (Redaic). Seus últimos livros são: Políticas Públicas y Democracia en Argentina. Crónicas de un País que no Aprende (2017); Citizen’s Income and Welfare Regimes in Latin America. From Cash Transfers to Rights (2013); Distribución y crecimiento. Una controversia persistente (2009). Publicou livros e artigos sobre temas vinculados a políticas sociais, mercado de emprego, teoria e política econômica. Foi pesquisador visitante em universidades estrangeiras e consultor de diversos órgãos internacionais.

Ruy Fausto (1935–2020)

Professor emérito da USP (filosofia), doutor de Estado pela Universidade de Paris I e ex-maître-de conférences da Universidade de Paris 8, é autor de vários livros de filosofia e de política, em português e em francês, entre os quais Sentido da dialética (Marx: Lógica e Política), (3 vols: Brasiliense, 1983, 1987; ed. 34, 2002: reed. Vozes, vol I, 2015), e Caminhos da esquerda, elementos para uma reconstrução, Companhia das Letras, 2017.

Samir Gandesha

É diretor do Institute for Humanities da Simon Fraser University, em Vancouver, Canadá.

Sérgio Cardoso

É professor associado do Departamento de Filosofia da USP.

Silvia Ramos

É cientista social e coordenadora da Rede de Observatórios de Segurança Pública do CESeC.

Sofia Azevedo

É graduanda de história pela USP.

Sonia Correa

Pesquisadora da Abia (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids) e coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política.

Tainá de Paula

É arquiteta e urbanista, ativista das lutas urbanas, especialista em patrimônio cultural pela Fundação Oswaldo Cruz e mestre em urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuou em diversos projetos de urbanização e habitação popular, realizando assistência técnica para movimentos de luta pela moradia como União de Moradia Popular (UMP) e Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST). Hoje presta assistência para o movimento Bairro a Bairro, onde atua como arquiteta e como mobilizadora comunitária em áreas periféricas. Vereadora eleita no Rio de Janeiro.

Tâmis Parron

É professor pesquisador do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Tatiana Roque

É professora da UFRJ e coordena o Fórum de Ciência e Cultura dessa universidade.

Tiago Aguiar

É graduando em jornalismo pela Universidade de São Paulo (USP). Foi pesquisador do Monitor do Debate Político no Meio Digital, também da USP. Jornalista no Estadão Verifica, núcleo de checagem de fatos do jornal O Estado de S. Paulo, já trabalhou com fact-checking na Agência Lupa e foi um dos pesquisadores do Mapa do Jornalismo Independente, da Agência Pública.

Tom Vieira

É artista visual e também trabalha em produção no audiovisual e no teatro como iluminador. Atualmente vive em Barcelona.

Verônica Stigger

É escritora, curadora, crítica de arte e professora da Faap. É autora de seis livros de ficção, dentre eles Opisanie swiata (Cosac Naify, 2013), vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura, e Sul (Editora 34, 2016), vencedor do Jabuti.

Viviana Méndez Moya

É artista e performer nascida no Chile em 1973. Atualmente vive e trabalha em Paris, onde dirige a publicação La Nueva Novela, com Bastien Gallet pelas edições MF. Seu trabalho pessoal é centrado na experimentação e na criação da mitologia individual, com seu personagem Curtis Putralk, que orbita entre instalações e performances.

Vítor Queiroz de Medeiros

Cientista social e mestrando em sociologia (USP), ativista de direitos humanos.

Ynaê Lopes dos Santos

É professora de história da américa do Instituto de História da UFF.